Na aula do dia 17/11 o grupo que se apresentou foi o da oficina de "Didática e Pesquisa na sala de aula".
Logo de início o grupo levantou questões:
- O que é pesquisa?
- Há orientação?
- É importante ou necessária a orientação?
- O aluno faz realmente uma pesquisa?
- Qual a motivação do aluno?
Bom, ao longo da apresentação e ao término dela, o que ficou bastante claro é que, nas escolas, os professores passam pesquisas para simplesmente cumprirem a carga horária e os conteúdos do ano letivo, sem ao menos oferecer uma efetiva orientação ao seu aluno que ainda vai pesquisar (isso se não copiar e colar qualquer artigo da internet) algo que não lhe interessa e sem nem ao menos uma mínima referência bibliográfica. E vale ressaltar que no dia a dia corrido do professor ele, infelizmente, não tem tempo nem disposição suficiente para oferecer uma digna orientação aos seus alunos que irão realizar a pesquisa.
Há também pessoas que sabem pesquisar e sabem onde pesquisar, ou seja, a depender da pessoa, a orientação vai ser importante, pois não deixará o aluno "sair da linha", e para outra pessoa a orientação será necessária, pois ela não saberá nem por onde começar.
Para finalizar, o grupo pediu que simulássemos uma orientação de pesquisa, onde escolheríamos o tema e indicariamos os passos que iríamos seguir na hora de orientar o aluno, e nesta dinâmica, muitos pontos foram discutidos, esclarecidos e fortalecidos.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
Interdisciplinaridade e Diversidade.
No dia 10/11 eu cheguei um pouco atrasado e já tinha iniciado a apresentação da primeira Oficina do dia.
Eles falaram sobre a interdisciplinaridade: a sua "necessidade", importância, a possibilidade de se quebrar barreira, a interação entre vários ramos do saber, etc. O grupo deixou claro que com isso é possível que o professor de determinada disciplina começe à se interar e buscar conhecimento sobre outra disciplina, ficando aberto à novas discussões, aproximação com outros professores, etc, o que deixa o ensino aprendizado e a construção do conhecimento com um pouco mais de praticidade.
Após este grupo, houve a apresentação da oficina de "Diversidade na Escola", onde o grupo levantou aspectos físicos e psicológicos: que ser diferente é normal. Em seguida falaram sobre o Bullying. Alertaram que muitas vezes a estrutura física da escola não conforta e não é pensada, na sua construção, para os deficientes físicos. Levantaram a questão da etnia e o preconceito que ainda existe na sociedade, dando alguns exemplos factuais.
Eles falaram sobre a interdisciplinaridade: a sua "necessidade", importância, a possibilidade de se quebrar barreira, a interação entre vários ramos do saber, etc. O grupo deixou claro que com isso é possível que o professor de determinada disciplina começe à se interar e buscar conhecimento sobre outra disciplina, ficando aberto à novas discussões, aproximação com outros professores, etc, o que deixa o ensino aprendizado e a construção do conhecimento com um pouco mais de praticidade.
Após este grupo, houve a apresentação da oficina de "Diversidade na Escola", onde o grupo levantou aspectos físicos e psicológicos: que ser diferente é normal. Em seguida falaram sobre o Bullying. Alertaram que muitas vezes a estrutura física da escola não conforta e não é pensada, na sua construção, para os deficientes físicos. Levantaram a questão da etnia e o preconceito que ainda existe na sociedade, dando alguns exemplos factuais.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Oficina sobre "Cibercultura"
A partir do dia 27/10 inicia-se a apresentações das Oficinas Temáticas na matéria de Didática e Praxis Pedagógicas I e a primeira equipe irá tratar do tema Cibercultura.
Ele começaram falando sobre o termo, o tema e as questões envolvidas nessa temática, para depois fazerem uma dinâmica. E dos pontos que a equipe apresentou e que eu achei interessante, e vou dividir aqui no blog, foram:
- com a Cibercultura há uma reestruturação, uma reconfiguração cultural, dos livros e do uso dos livros, dos filmes, da difusão e utilização da música, etc, já que a praticidade da internet permite uma maior acessibilidade e divulgação dessas expressões culturais e intelectuais;
- você deixa e ser um mero leitor crítico do que ler para ser também um produtor de informação e até conhecimento, ou até mesmo um divulgador de manifestações sociais e culturais;
Além disso, a equipe discutiu sobre a forma com que as escolas e crianças e adolescentes utilizam a tecnologia, tratando também dos benefícios e malefícios que esta ferramenta pode proporcionar às pessoas e à educação. E falando do uso da tecnologia, foi discutido também as problemáticas do EAD (Ensino à Distância), o que traz de bom e os cuidados que as pessoas que se interessam e entram nesses cursos devem ter.
Ao final da apresentação houve um juri simulado muito com a participação de Regiane Regis e Gilberto Lopes, discutindo e defendendo ou atacando o EAD, havendo uma interação com a turma e uma relativa descontração na apresentação.
Ele começaram falando sobre o termo, o tema e as questões envolvidas nessa temática, para depois fazerem uma dinâmica. E dos pontos que a equipe apresentou e que eu achei interessante, e vou dividir aqui no blog, foram:
- com a Cibercultura há uma reestruturação, uma reconfiguração cultural, dos livros e do uso dos livros, dos filmes, da difusão e utilização da música, etc, já que a praticidade da internet permite uma maior acessibilidade e divulgação dessas expressões culturais e intelectuais;
- você deixa e ser um mero leitor crítico do que ler para ser também um produtor de informação e até conhecimento, ou até mesmo um divulgador de manifestações sociais e culturais;
Além disso, a equipe discutiu sobre a forma com que as escolas e crianças e adolescentes utilizam a tecnologia, tratando também dos benefícios e malefícios que esta ferramenta pode proporcionar às pessoas e à educação. E falando do uso da tecnologia, foi discutido também as problemáticas do EAD (Ensino à Distância), o que traz de bom e os cuidados que as pessoas que se interessam e entram nesses cursos devem ter.
Ao final da apresentação houve um juri simulado muito com a participação de Regiane Regis e Gilberto Lopes, discutindo e defendendo ou atacando o EAD, havendo uma interação com a turma e uma relativa descontração na apresentação.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Mais discussões sobre as tendências pedagógicas
Na aula do dia 13/10 a professora Alessandra selecionou as tendências pedagógicas no quadro e então encarregou cada grupo de debater internamente e construir um slide sobre a tendência pedagógica que lhe ficou atribuída, para então fazer uma breve apresentação sobre esta tendência e explanar as nossas opiniões.
O meu grupo ficou responsável pela Tendência Liberal Tradicional. Esta tendência é a que está presente em nossas escolas atuais, onde:
- a escola compromete-se com a formação cultural do aluno e oferece oportunidades iguais para todos;
- o professor é a autoridade na sala de aula e é ele quem detêm o conhecimento;
- há a ênfase nos exercícios, na repetição dos conceitos ou fórmulas na memorização;
- a transferência da aprendizagem depende do treino;
- etc;
São várias as características e os colegas Igor, Jéssica e Thiago foram à frente para poderem fazer as apresentações dessas características e opinar no que achavam válido, no que achavam inválido e houve então, como nas outras equipes, um momento de discussão e reflexão sobre a prática pedagógica, o que queremos como professores e alunos e como se dá isso na sociedade atual. E a professora fez um comentário bastante importante, de que não é possível aderir à mais de uma tendências e só usar o que achar válido de uma e de outra, porque elas foram construídas em uma base teórica, em momentos históricos diferentes e se contradizem, se colocadas em prática ao mesmo tempo. E creio eu, que seja necessário criar um outro paradigma ou que seja possível exercer o ensino-aprendizado de uma forma mais amena, tomando certos cuidados com as questões teóricas, já que a empiria nos mostra muitas coisas que não existem na teoria, e aos poucos o professor vai construindo um modo de ensinar, uma maneira com um fundamento teórico mas com cuidados graças ao contato diário com a sala de aula e com os alunos.
O meu grupo ficou responsável pela Tendência Liberal Tradicional. Esta tendência é a que está presente em nossas escolas atuais, onde:
- a escola compromete-se com a formação cultural do aluno e oferece oportunidades iguais para todos;
- o professor é a autoridade na sala de aula e é ele quem detêm o conhecimento;
- há a ênfase nos exercícios, na repetição dos conceitos ou fórmulas na memorização;
- a transferência da aprendizagem depende do treino;
- etc;
São várias as características e os colegas Igor, Jéssica e Thiago foram à frente para poderem fazer as apresentações dessas características e opinar no que achavam válido, no que achavam inválido e houve então, como nas outras equipes, um momento de discussão e reflexão sobre a prática pedagógica, o que queremos como professores e alunos e como se dá isso na sociedade atual. E a professora fez um comentário bastante importante, de que não é possível aderir à mais de uma tendências e só usar o que achar válido de uma e de outra, porque elas foram construídas em uma base teórica, em momentos históricos diferentes e se contradizem, se colocadas em prática ao mesmo tempo. E creio eu, que seja necessário criar um outro paradigma ou que seja possível exercer o ensino-aprendizado de uma forma mais amena, tomando certos cuidados com as questões teóricas, já que a empiria nos mostra muitas coisas que não existem na teoria, e aos poucos o professor vai construindo um modo de ensinar, uma maneira com um fundamento teórico mas com cuidados graças ao contato diário com a sala de aula e com os alunos.
sábado, 8 de outubro de 2011
"Bate-papo" sobre as Tendências Pedagógicas...
Bom, não houve aula no dia 29/09, logo falarei do da aula do dia 06/10.
A professora passou o para lermos o texto "Tendências Pedagógicas na prática escolar" e não lembro-me do autor, nem achei o meu texto aqui ("o loko", tenho que procurá-lo). Lemos e discutimos o texto, fazendo algumas observações sobre o texto, como:
- o texto fala da posição do educador em sala e como ela vai influenciar na prática pedagógica;
- pra que serve a educação? qual o papel do educador?;
- a própria construção e prática pedagógica (as tendências pedagógicas ou "linhas de raciocínio" para se aplicar em sala de aula);
- caminhos que o professor pode escolher seguir e se posicionar em sala de aula;
Após a discussão das tendências entre os alunos e a professora, houve a reunião dos grupos das Oficinas Temáticas, que será a nossa próxima avaliação. E o meu grupo com "Paradigmas do Planejamento Didático e o PPP". Conversamos com a professora e tiramos nossas dúvidas com ela sobre o que realmente ela queria neste trabalho, qual poderíamos desenvolver o trabalho e quem iríamos pesquisar, em questões teóricas, para depois irmos à campo e fazer nossas anotações, análises e depois a apresentação da Oficina. A professora nos sugeriu o livro "Planejamento de ensino" de Celso Vasconcelos, assim como vídeos dele na Internet, outros sites, etc.
A professora passou o para lermos o texto "Tendências Pedagógicas na prática escolar" e não lembro-me do autor, nem achei o meu texto aqui ("o loko", tenho que procurá-lo). Lemos e discutimos o texto, fazendo algumas observações sobre o texto, como:
- o texto fala da posição do educador em sala e como ela vai influenciar na prática pedagógica;
- pra que serve a educação? qual o papel do educador?;
- a própria construção e prática pedagógica (as tendências pedagógicas ou "linhas de raciocínio" para se aplicar em sala de aula);
- caminhos que o professor pode escolher seguir e se posicionar em sala de aula;
Após a discussão das tendências entre os alunos e a professora, houve a reunião dos grupos das Oficinas Temáticas, que será a nossa próxima avaliação. E o meu grupo com "Paradigmas do Planejamento Didático e o PPP". Conversamos com a professora e tiramos nossas dúvidas com ela sobre o que realmente ela queria neste trabalho, qual poderíamos desenvolver o trabalho e quem iríamos pesquisar, em questões teóricas, para depois irmos à campo e fazer nossas anotações, análises e depois a apresentação da Oficina. A professora nos sugeriu o livro "Planejamento de ensino" de Celso Vasconcelos, assim como vídeos dele na Internet, outros sites, etc.
domingo, 25 de setembro de 2011
Memorial, dinâmica, nós, analogia...
Na aula do dia 22/09 houve a entrega dos memorias e a professora Alessandra nos perguntou sobre a elaboração do trabalho e pediu que quem quisesse pudesse fazer uma espécie de resumo do seu memorial, como forma de contar um pouco a história de cada um e fazer alguns comentários sobre citações das experiências de cada um.
Pensando ainda no que iria escrever no meu memorial, comecei separando as séries escolares e colocando em tópicos coisas marcantes. A partir de então, comecei a redigir, a relacionar uma coisa com a outra, a lembrar de várias coisas interessantes, cômicas e até tristes da minha vida escolar e quando dei por mim já tinha escrito várias páginas e ainda estava na minha 4ª série (5º ano) do Ensino Fundamental. Felizmente conclui o trabalho e fiquei satisfeito com o texto e com a minha memória, que foi realmente de onde eu busquei as informações para a elaboração do memorial.
Na entrega do trabalho, alguns colegas falaram sobre o seu memorial e sua história. Assim, abriram-se vários parênteses, comentários e discussões acerca de experiências, temáticas e colocações dos colegas e da professora.
Após a entrega do memorial houve também uma dinâmica: a dinâmica dos nós. A professora Alessandra misturou e separou a sala em dois grupos e pediu que nós começássemos a nos "embaraçar", como nós. Com isso, os grupos começaram a se "embaraçar" e no final das contas um dos grupos não conseguiu se desenrolar, mesmo que com todas as tentativas, reflexões, sugestões, etc. Então depois a professora fez uma analogia com o trabalho em grupo, do que se precisa em um trabalho deste tipo, das atitudes e impulsos das pessoas diante dele e de como um trabalho em grupo pode não ter bons resultados, por não ser bem elaborado, dividido e finalizado, prejudicando todos os envolvidos, assim como a construção/desenvolvimento do conhecimento ou do trabalho dos integrantes do grupo.
Pensando ainda no que iria escrever no meu memorial, comecei separando as séries escolares e colocando em tópicos coisas marcantes. A partir de então, comecei a redigir, a relacionar uma coisa com a outra, a lembrar de várias coisas interessantes, cômicas e até tristes da minha vida escolar e quando dei por mim já tinha escrito várias páginas e ainda estava na minha 4ª série (5º ano) do Ensino Fundamental. Felizmente conclui o trabalho e fiquei satisfeito com o texto e com a minha memória, que foi realmente de onde eu busquei as informações para a elaboração do memorial.
Na entrega do trabalho, alguns colegas falaram sobre o seu memorial e sua história. Assim, abriram-se vários parênteses, comentários e discussões acerca de experiências, temáticas e colocações dos colegas e da professora.
Após a entrega do memorial houve também uma dinâmica: a dinâmica dos nós. A professora Alessandra misturou e separou a sala em dois grupos e pediu que nós começássemos a nos "embaraçar", como nós. Com isso, os grupos começaram a se "embaraçar" e no final das contas um dos grupos não conseguiu se desenrolar, mesmo que com todas as tentativas, reflexões, sugestões, etc. Então depois a professora fez uma analogia com o trabalho em grupo, do que se precisa em um trabalho deste tipo, das atitudes e impulsos das pessoas diante dele e de como um trabalho em grupo pode não ter bons resultados, por não ser bem elaborado, dividido e finalizado, prejudicando todos os envolvidos, assim como a construção/desenvolvimento do conhecimento ou do trabalho dos integrantes do grupo.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Um filme é sempre bom...
Não houve aula no dia 08/09 e a professora pediu para lermos o livro de Paulo Freire "Pedagogia da Autonomia", que comecei porém ainda não terminei. Mas o livro fala o educador e o educando, e o quanto que um aprende com o outro.
Bom, falaremos então da aula do dia 15/09.
Nesta aula, a professora passou um filme em sala no qual eu já tive o prazer de assistir no colégio e recomendo à todos: "Quase deuses". É um filme baseado em fatos reais que conta a história de Vivien Thomas, um negro estadunidense do inicio do século XX que sonha em constituir uma família e ir para a universidade. Vivien consegue um emprego como faxineiro, trabalhando então para o renomado médico cirurgião Alfred Blalock, que descobre que Vivien tinha habilidades com as mãos e era bastante inteligente, tornando-o seu assistente.
Enfim, não vou contar o filme pois este não é o meu objetivo e, além do que, perderá a graça.
Após o filme, a professora pediu que nos expressássemos, com apenas uma palavra, como nos sentíamos após o filme. A minha resposta foi reflexivo, pois eu já tinha assistido o filme com uma visão e agora o assisti com uma outra perspectiva (fiquei ligando uma coisa com a outra, pensando em minhas decisões, o que quero para minha vida, se sou perseverante, se tenho algum objetivo e se tudo, um dia, vai valer à pena).
Depois nos reunimos e discutimos um pouco sobre o filme e então este debate foi aberto entre todos os alunos da turma. Várias questões foram levantadas, como o preconceito, a perseverança, a esperança, a importância da teoria e da prática, o querer, a ousadia (já que no filme Blalock e Vivien vão fazer uma cirurgia no coração e o "lema" na época era "não toque no coração"), a quebra de paradigmas, o saber, o saber ser e o saber fazer, a oportunidade, a experiência, etc.
Sai da sala bastante reflexivo e pensativo, pensando bastante sobre escolhas, foco nos objetivos e a importância da teoria e da empiria, pois nós temos que fazer as nossas escolhas muito cedo e muitas vezes não somos assistidos e/ou motivados para o que decidimos (sem falar nos obstáculos e dificuldades do dia a dia). Por isso temos que ter foco. Criar metas, para quando tivermos a oportunidade de colocar em prática tudo o que aprendemos com as teorias, lições de vida, intuição, etc, nós possamos ser eficientes e capazes de aprender com as nossas experiências e com todos que fizeram parte desta experiência, seja ele um médico, como Blalock, ou um assistente como Vivien, um professor ou um aluno, e então continuarmos o processo de construção de nós mesmos, de nós como pessoa e como profissional, já que, querendo ou não, nós, ou ao menos eu faço questão de me enquadrar nisto, somos um devir, um vir-a-ser, o acaso.
Bom, falaremos então da aula do dia 15/09.
Nesta aula, a professora passou um filme em sala no qual eu já tive o prazer de assistir no colégio e recomendo à todos: "Quase deuses". É um filme baseado em fatos reais que conta a história de Vivien Thomas, um negro estadunidense do inicio do século XX que sonha em constituir uma família e ir para a universidade. Vivien consegue um emprego como faxineiro, trabalhando então para o renomado médico cirurgião Alfred Blalock, que descobre que Vivien tinha habilidades com as mãos e era bastante inteligente, tornando-o seu assistente.
Enfim, não vou contar o filme pois este não é o meu objetivo e, além do que, perderá a graça.
Após o filme, a professora pediu que nos expressássemos, com apenas uma palavra, como nos sentíamos após o filme. A minha resposta foi reflexivo, pois eu já tinha assistido o filme com uma visão e agora o assisti com uma outra perspectiva (fiquei ligando uma coisa com a outra, pensando em minhas decisões, o que quero para minha vida, se sou perseverante, se tenho algum objetivo e se tudo, um dia, vai valer à pena).
Depois nos reunimos e discutimos um pouco sobre o filme e então este debate foi aberto entre todos os alunos da turma. Várias questões foram levantadas, como o preconceito, a perseverança, a esperança, a importância da teoria e da prática, o querer, a ousadia (já que no filme Blalock e Vivien vão fazer uma cirurgia no coração e o "lema" na época era "não toque no coração"), a quebra de paradigmas, o saber, o saber ser e o saber fazer, a oportunidade, a experiência, etc.
Sai da sala bastante reflexivo e pensativo, pensando bastante sobre escolhas, foco nos objetivos e a importância da teoria e da empiria, pois nós temos que fazer as nossas escolhas muito cedo e muitas vezes não somos assistidos e/ou motivados para o que decidimos (sem falar nos obstáculos e dificuldades do dia a dia). Por isso temos que ter foco. Criar metas, para quando tivermos a oportunidade de colocar em prática tudo o que aprendemos com as teorias, lições de vida, intuição, etc, nós possamos ser eficientes e capazes de aprender com as nossas experiências e com todos que fizeram parte desta experiência, seja ele um médico, como Blalock, ou um assistente como Vivien, um professor ou um aluno, e então continuarmos o processo de construção de nós mesmos, de nós como pessoa e como profissional, já que, querendo ou não, nós, ou ao menos eu faço questão de me enquadrar nisto, somos um devir, um vir-a-ser, o acaso.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Bom, Seminário Integrado PIBID UFBA: Filosofia, História e Sociologia.
Ao invés de ficarmos na sala de aula no dia 25/08, nos dirigimos para FFCH (Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas) - querido Campus de São Lázaro - para assistirmos o "Seminário Integrado PIBID UFBA: Filosofia, História e Sociologia". Como estava na FACED (Faculdade de Educação) e fui andando para FFCH com alguns colegas, cheguei atrasado e pedi a mesa de abertura, onde a professora Alessandra era a mediadora.
Após a abertura houve um intervalo e depois a apresentação dos trabalhos dos bolsistas do PIBID. E infelizmente só pude assistir à primeira apresentação que foi a dos bolsistas de História.
Durante a apresentação sentei ao lado do colega Jadson e ao longo da apresentação nós fomos nos questionando, discutindo e anotando algumas coisas.
O título do trabalho deles é "Memória e História para afirmação dos Direitos Humanos". Eles deixam bem claro que não necessariamente acompanham o conteúdo programático da escola e do professor, mas o professor titular da escola os acompanha e que não vão para a sala de aula com uma proposta conteudista e tradicional. A intenção, pelo que compreendi, é trazer os Direitos Humanos para a realidade dos alunos da escola [pública]. Mas uma pergunta que se faz é até onde os Direitos Humanos atingem e/ou influenciam em algo na vida destes alunos? Bom, eles disseram que hoje são bem recebidos pelos alunos e que os alunos gostam das aulas e da proposta. Que estes alunos se sentiram atraídos pela aula deles e mesmo não valendo nota, estavam presentes em todas as aulas.
Mas algo também bastante curioso: o que eles realmente fizeram para atrair os alunos? Eles disseram que foi a curiosidade. Mas sim, e depois que passou a curiosidade, o que eles fizeram para continuar mantendo a frequência dos alunos nas aulas? Bom, isso eles não tiveram a oportunidade de responder ou se responderam, eu não captei a resposta.
Já no final da apresentação, eles disseram que o tempo deles no colégio estava perto de chegar ao fim. Com isso, surgiu uma curiosidade entre eu e meu colega Jadson e agora, será que vão dar continuidade ao trabalho deles? Será que alguma "semente" foi plantada na escola e nos alunos? Enfim, são perguntas ainda sem respostas, mas esperamos que o projeto seja abraçado pela coordenação e direção e seja levando em diante e/ou que outras pessoas venham para continuar com esta proposta ou apresentar outros bons e interessantes projetos.
Após a abertura houve um intervalo e depois a apresentação dos trabalhos dos bolsistas do PIBID. E infelizmente só pude assistir à primeira apresentação que foi a dos bolsistas de História.
Durante a apresentação sentei ao lado do colega Jadson e ao longo da apresentação nós fomos nos questionando, discutindo e anotando algumas coisas.
O título do trabalho deles é "Memória e História para afirmação dos Direitos Humanos". Eles deixam bem claro que não necessariamente acompanham o conteúdo programático da escola e do professor, mas o professor titular da escola os acompanha e que não vão para a sala de aula com uma proposta conteudista e tradicional. A intenção, pelo que compreendi, é trazer os Direitos Humanos para a realidade dos alunos da escola [pública]. Mas uma pergunta que se faz é até onde os Direitos Humanos atingem e/ou influenciam em algo na vida destes alunos? Bom, eles disseram que hoje são bem recebidos pelos alunos e que os alunos gostam das aulas e da proposta. Que estes alunos se sentiram atraídos pela aula deles e mesmo não valendo nota, estavam presentes em todas as aulas.
Mas algo também bastante curioso: o que eles realmente fizeram para atrair os alunos? Eles disseram que foi a curiosidade. Mas sim, e depois que passou a curiosidade, o que eles fizeram para continuar mantendo a frequência dos alunos nas aulas? Bom, isso eles não tiveram a oportunidade de responder ou se responderam, eu não captei a resposta.
Já no final da apresentação, eles disseram que o tempo deles no colégio estava perto de chegar ao fim. Com isso, surgiu uma curiosidade entre eu e meu colega Jadson e agora, será que vão dar continuidade ao trabalho deles? Será que alguma "semente" foi plantada na escola e nos alunos? Enfim, são perguntas ainda sem respostas, mas esperamos que o projeto seja abraçado pela coordenação e direção e seja levando em diante e/ou que outras pessoas venham para continuar com esta proposta ou apresentar outros bons e interessantes projetos.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Expectativas, Surpresas e Impressões.
Bom, vou postar ATRASADO sobre a 1ª aula que ocorreu no dia 18/08.
Sinceramente eu não criei nenhuma expectativa para a aula de Didáticas e Praxis Pedagógicas I, pois as vezes tento não a criar para determinadas coisas. Mas também quis que o dia chegasse.
Cheguei uns 10 minutos atrasado e a conversa já rolava. E já no começo da aula a professora me surpreendeu pedindo que todos se levantassem e dassem as mãos para passarem o pulso e então rolar o primeiro contato e interação. Foi uma experiência interessante e uma forma mais interessante ainda de começar a aula e trazer uma reflexão sobre o primeiro contato e como "sentir a vibe - energia -" da turma. Após isso, fui mais uma vez surpreendido, com a "brincadeira" de escolher alguém que não conhecemos e então falarmos sobre as primeiras impressões que tivemos sobre este alguém. Fechando este ciclo e falando sobre as avaliações e conteúdos que a disciplina irá tratar, saí da sala com boas expectativas e boas impressões para as próximas aulas, onde provavelmente [e espero] irei me surpreender e aprender bastante.
(:
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Welcome to the Family!
Bom pessoal, vejam bem...
Esse blog foi criado à pedido da professora Alessandra da disciplina de Didática e Práxis Pedagógicas I e vai servir como modo de avaliação para a mesma. Aqui eu vou poder expor meus entendimentos sobre as aulas e a educação, assim como minhas dúvidas, anseios, questionamentos, etc. Vai ser na verdade um espaço onde vou redigir alguns textos ou comentários relacionados à Educação, mas também não me impede de falar de outras coisas ou sugerir algo.
Ah, passei valiosos minutos escolhendo o nome do blog e cheguei a esta conclusão (Tudo pro Alto) talvez sem sentido ou ligação à educação, mas é o nome de uma música da banda Charlie Brown Jr que retrata alguns conflitos e questionamentos que no momento tentei fazer uma relação com a educação e como ela funciona e é vista e tratada pelas pessoas (e como nós a tratamos e julgamos sem nem sempre usar a razão ou a reflexão para discutir e chegar em algo melhor e produtivo para ela). Enfim, fica aí a primeira sugestão: ouçam a música e tentem interpretá-la com este foco.
Bom, até a próxima e Tudo pro Alto :)
http://www.youtube.com/watch?v=VWMwNrAgN7Q -> Tudo Pro Alto - Charlie Brown Jr.
Esse blog foi criado à pedido da professora Alessandra da disciplina de Didática e Práxis Pedagógicas I e vai servir como modo de avaliação para a mesma. Aqui eu vou poder expor meus entendimentos sobre as aulas e a educação, assim como minhas dúvidas, anseios, questionamentos, etc. Vai ser na verdade um espaço onde vou redigir alguns textos ou comentários relacionados à Educação, mas também não me impede de falar de outras coisas ou sugerir algo.
Ah, passei valiosos minutos escolhendo o nome do blog e cheguei a esta conclusão (Tudo pro Alto) talvez sem sentido ou ligação à educação, mas é o nome de uma música da banda Charlie Brown Jr que retrata alguns conflitos e questionamentos que no momento tentei fazer uma relação com a educação e como ela funciona e é vista e tratada pelas pessoas (e como nós a tratamos e julgamos sem nem sempre usar a razão ou a reflexão para discutir e chegar em algo melhor e produtivo para ela). Enfim, fica aí a primeira sugestão: ouçam a música e tentem interpretá-la com este foco.
Bom, até a próxima e Tudo pro Alto :)
http://www.youtube.com/watch?v=VWMwNrAgN7Q -> Tudo Pro Alto - Charlie Brown Jr.
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